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SILVA PEREIRA ACUSA GOVERNO DE PASSIVIDADE AO NÃO RESOLVER OS PROBLEMAS DO DOURO

PSPereira-1No passado dia 8 de Maio, o secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural afirmou que "resolver o problema das cooperativas" é uma das questões principais para "garantir a permanência de produtores na região do Douro" e que "O grande problema do Douro é resolver o problema das cooperativas e o problema das dívidas que as cooperativas têm”.

O Deputado do PS eleito pelo círculo eleitoral, Pedro Silva Pereira, referiu na Comissão Parlamentar de Agricultura e Mar, que o PS “acompanha com enorme preocupação a situação que se vive hoje na Região Demarcada do Douro, num contexto que é um contexto difícil para o País, que é mais difícil ainda nesta Região, em razão de um conjunto de decisões, que o Governo tem vindo a tomar, para várias áreas que nos parecem relevantes, por exemplo o sector do Turismo, extinguindo a Entidade competente para o Turismo do Douro, mas também em vários domínios relacionados com os serviços públicos naquela Região”, e em concreto no que diz respeito especificamente “às áreas que estão sob responsabilidade do Senhor Secretário de Estado, o problema duplo da situação de emergência que hoje se vive nas Adegas Cooperativas e por consequência também na situação dos vitivinicultores e depois também na quebra do rendimento dos viticultores, em especial na última vindima, onde houve uma redução de 25 mil pipas de benefício, nessa Região."

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IC5 ABRIU EM TODA A SUA EXTENSÃO

screenshot011Desde sempre, que o Partido Socialista e os seus Governos, tiveram como prioridade, as pessoas. E desde sempre que a rapidez do fluxo de pessoas, bens e informação foi um dos factores mais importantes no desenvolvimento dos territórios. Isso mesmo foi compreendido pelos vários Governos apoiados pelo PS e os resultados estão à vista de todos.

A forte aposta na melhoria das estruturas rodoviárias, com um conjunto de investimentos, sem paralelo na história do Distrito e da Região, levada a cabo pelo anterior Governo, liderado por José Sócrates, teve mais um capítulo com a conclusão dos dois troços que faltavam do IC5.

Na passada quarta-feira, o IC5, itinerário que liga Murça a Miranda do Douro, com 131 quilómetros, abriu em toda a sua extensão. Com esta via fica concluída a Subconcessão do Douro Interior. Esta Subconcessão foi adjudicada em Novembro de 2008, num investimento total de 940 milhões de Euros, sem cobrança de portagem aos utentes, de um conjunto de vários lanços do IP2 e do IC5, num total concessionado de cerca de 240 quilómetros.

Esta via que serve os concelhos de Murça, Alijó, Carrazeda de Ansiães, Vila Flor, Alfandega da Fé, Mogadouro e Miranda do Douro, destina-se a melhorar a qualidade de vida das populações que aí moram, encurtar o tempo entre estes concelhos e a melhorar as condições de segurança e de combate à sinistralidade rodoviária.

Mais uma obra do anterior Governo que vem ajudar o desenvolvimento económico da Região, permitindo trazer mais investimento e postos de trabalho, além de potenciar o turismo, que associado ao património, à cultura e ao ambiente pode ser um importante pilar na construção de uma estratégia vencedora e sustentável de crescimento, para lutar contra a actual crise.

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GOVERNO DE DIREITA VIRÁ COSTAS À REGIÃO DEMARCADA DO DOURO

ruisantos A situação que se vive na Região Demarcada do Douro é terrível, os vitivinicultores vivem com enormes dificuldades e todos os dias assistimos a um agravamento da situação económico, financeira e social na Região. Os Deputados do PSD dos Distritos de Vila Real e Viseu, acusaram em Janeiro, o Secretário de Estado Desenvolvimento Rural, de estar "um pouco distante dos problemas e tem esquecido a Região Demarcada do Douro". O PS concorda com essas afirmações e desde Janeiro que nada foi feito para inverter esta situação. Recentemente, os mesmos Deputados acusaram o Governo de inércia em relação à resolução dos problemas da agricultura duriense, referindo mesmo que “tem havido um pouco de desleixo, um pouco de esquecimento”, mostrando-se preocupados com a eventual insolvência da Adega Cooperativa de Alijo. A verdade é que se nada for feito, esta e muitas outras Adegas poderão também, encerrar as suas portas.

O Deputado do PS Rui Santos, eleito pelo Círculo de Vila Real, na audição à Ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, Assunção Cristas, questionou a Senhora Ministra relativamente aos graves problemas financeiros das Adegas Cooperativas da Região Demarcada do Douro.

Durante a audição, Rui Santos perguntou à actual responsável pela pasta da Agricultura, se o Ministério vai ajudar a resolver este enorme problema para a Região Demarcada do Douro e se já diligenciou junto da Caixa Geral de Depósitos, principal credora das Adegas Cooperativas, tendo em vista a procura de uma solução para as dificuldades financeiras que o Setor Cooperativo está a atravessar no Douro. Questionou ainda se este Governo PSD-PP está disponível para alterar o Código Cooperativo de modo a permitir que estas Cooperativas possam aceder aos Financiamentos da União Europeia, para ajudar a resolver este grave flagelo.

O Deputado Socialista, sublinhou ainda que esta situação não pode continuar, a ser simplesmente  tratada como até agora, isto é, a servir só de “arma de arremesso” entre os Deputados do PSD e a Ministra e Secretario de Estado do CDS.

Este Governo de coligação de Direita, continua com o “quero, posso e mando” e mantêm-se de forma pouco correta,  sem responder às questões dos Deputados e sem responder positivamente aos problemas e desafios que Portugal é confrontado todos os dias. Estas como muitas outras questões ficaram sem resposta por parte de Assunção Cristas. Até quando?

Estranha forma de governar e de responder aos anseios das populações e instituições da nossa Região, que todos os dias vivem em desassossego à procura de uma resposta para os ajudar a combater a crise.

Gabinete de Comunicação

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Moção aprovada na Assembleia Municipal de Vila Real contra as portagens nas Auto-Estradas

tunelmaraoNo passado dia 30 de Abril, em reunião da Assembleia Municipal de Vila Real, foi aprovada com apenas três abstenções, uma Moção apresentada pelo PS, contra a existência de portagens nas Auto-estradas que servem a nossa região.

Sublinha- se ainda como fundamental a manutenção do regime de isenções e descontos para os residentes e trabalhadores desta região, para além do dia 1 de Julho de 2012.

 

MOÇÃO

Há muito que o Partido Socialista de Vila Real se vem debruçando sobre a questão da introdução de portagens na A24 e na futura Auto-estrada Transmontana, manifestando desde sempre, coerentemente, a sua discordância com o governo, em relação a esta questão. Esta posição foi assumida publicamente reiteradas vezes, quer propondo moções no sentido da manutenção das vias como SCUT, aprovadas nesta Assembleia Municipal, quer através de conferências de imprensa amplamente divulgadas na comunicação social.